quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Não se vende dessa forma




DESORDEM URBANA










 
Carros de propaganda volante, praga urbana de cidades atrasadas


Carros de som sem controle. Não entendemos como uma cidade com o desenvolvimento de Parauapebas ainda permita e sem controle carros de som dessa forma desordenada e com o imenso barulho e incomodo que causam a toda a sociedade.

Pior que o barulho é o caráter dos condutores e pessoas que abusam da paciência e falta de controle. Não acrescentam.

Igual as “cooperativas” de transporte local. Apenas criam problemas a ponto de termos passagens, em distancias infinitamente menores, mais caras que as passagens das capitais.

Herança do descontrole administrativo e da falta de visão de que é para o povo que normatizamos e trabalhamos. A violência do moto táxi contra o taxi-lotação é um exemplo da perigosa formação de grupos de poder, a despeito dos três poderes que constitucionalmente deveriam controlar a planta urbana.

Bastou quatro anos inoperante para Parauapebas retroceder dez no tempo.

Quando a população encontrar e reconhecer seu poder de veto e voto, não necessitando mais trocar quatro anos por um prato de comida, talvez tenhamos uma cidade.

 Por enquanto não. Não a teremos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

FIMAC, uma feira a procura de patrocínio, estamos em 2009



FIMAC
EMINA





VEJA abaixo como começava nossa apresentação a prefeitura. Depois foram VALE (reunião em Carajás), ACIP, Valmir da Integral, vários fornecedores foram contatados e responderam positivamente. Não foi a frente por absoluta falta de interesse e apoio, isso ainda em 2009! Pois bem, agora aparece do nada a ENIMA.


1ª FIMAC – FEIRA DE MANUTENÇÃO, METAL MECÂNICA E EQUIPAMENTOS DE CARAJÁS.


Sr. Prefeito,
p/ sua apreciação,


por favor, desconsidere altos preços, complicações políticas, negociações, dificuldades de toda sorte. Apenas pense no potencial do produto, nos recursos e capacidades desta administração realizar um evento marcante e de grande impacto presente e futuro nas relações econômicas e sociais da nossa municipalidade e região. É uma oportunidade de trazermos um debate da maior significância de um cluster global e sensível, para nossa realidade local. Este evento técnico é político e social, dependendo de quem o faço ou oriente.  E podemos fazê-lo. Temos todos os recursos.


Introdução
Parauapebas, município com perfil minerador e industrial, nunca sediou eventos técnicos, que ressaltem sua importância no cenário nacional e/ou mundial. Propomos a decisão profissional de sediar um evento de mineração, antes que outra cidade do entorno o faça. Além disso, há o turismo de negócios, que poderia ser alavancado com este evento. Seria o início de um calendário anual, propício para a rede hoteleira, bancos, diversos interessados em receber técnicos, vendedores e compradores de todo o pais. 

As enormes potencialidades de prefeitura em iniciar o processo, atraindo parcerias estratégicas em relação ao governo do estado, de federação, empresas contribuintes e a própria VALE, reforçariam a liderança do executivo municipal em buscar alternativas de desenvolvimento para a comunidade. Seria a VALE e sua cadeia de suprimentos, quem seguramente teriam maior interesse numa feira ao seu lado. Em determinado momento, as compras planejadas, os eventos técnicos de manutenção, treinamentos específicos, seriam agendados para acontecerem neste evento anual.   

E não precisaria começar tão grande, como no projeto. Seguiria os passos da FAP, lá no começo com a Cleuzinha para chegar onde hoje. Poderíamos começar com um seminário, uma exposição virtual e daí progredir para uma feira de fato. Para ir crescendo ao longo dos anos, quando terminar uma iniciar o planejamento, captação e execução da próxima.  Poderia, se houver interesse, definir como grande evento para o fim do mandado, ou quem sabe, para o próximo ano, eleição do candidato do governo, que poderia iniciar e manter um transito técnico junto aos setores produtivos industriais da cidade e região, ocupando novos e perenes espaços.


Objetivos
Promover novos potenciais de desenvolvimento e diversificar as atividades econômicas dos setores metalomecânico e mineração é o principal objetivo da Anortista Cia de Eventos que realizará a 1ª FIMAC – Feira de Manutenção, Metal mecânica e Mineração de Carajás/Pa - 2009.

Descrição geral
A feira FIMAC é especializada ao público dos setores e propiciará ao expositor a conquista de novos clientes, parcerias, relacionamentos comerciais, divulgação de lançamentos e fortalecimento de marcas.

Programação
*Palestras Técnicas - *Rodadas de Negócios - *Exposição de produtos e serviços
*Horário de funcionamento da Feira: 9h as 22h

Eventos Paralelos
1º Fórum Paraense de Manutenção
Palestras e colóquios técnicos - Rodada de negócios e palestras técnicas.


PERFIL DO EXPOSITOR
Setores
Indústrias, Comércio e Serviços relacionados aos setores metalomecânico e mineração que participam de toda a cadeia de produção e transformação do minério de ferro. 

Principais setores:
 Maquinas de grande porte p mineração, caminhões fora de estrada – explosivos e detonações - máquinas - ferramentas manuais, elétricas e pneumáticas, insumos, abrasivos, analise vibracional; automação; controle de qualidade, integrado à fabricação e a produção mineral; componentes elétricos, eletrônicos, mecânicos, Hidráulicos, Pneumáticos e de lubrificação; serviços em geral, publicações técnicas e entidades.

Público Alvo
PERFIL DO VISITANTE
Feira Segmentada para compradores, fornecedores e usuários dos setores.
Evento especializado mediante convite, que propiciará ao visitante reciclagem profissional, atualização tecnológica e intercâmbio de informações com todo o país.  

Encerrando, a apreciação do projeto é feita na sua totalidade. Não se trata de uma proposta fechada, mas apenas de uma proposta de trabalho, que deve e poderá ser discutida, transformada. Não se pede críticas ou busca de limitações, mas é para ser vista como uma proposta de trabalho, de alguém que vê e compreende que pode ser feito.
 Atenciosamente, Paulo.  
Fone – 91632168 – exclusiva1@msn.com
Rua 99 – Qd. 77 – Lt 01ª – B. Jd. Canadá


E PARAUAPEBAS NÃO FEZ SUA FEIRA



Grupo de covardes que são os primeiros a ter um discurso de sustentabilidade e na primeiríssima oportunidade fazem tudo para tirar de Parauapebas o que ela tem de melhor. Nossos recursos se vão, simplesmente porque temos um desgoverno e a presença de uma empresa que preferem se silenciar sobre o que temos de melhor. A questão, velha e eterna é sempre trazer tudo de fora. Não temos as competências, que queremos. Os grupos de máfia e as quadrilhas locais não permitem nada fora da caixinha. Assim localmente não poderíamos nós ter estruturado e realizado uma feira de mineração?

Ora, está publicado desde 2008 o projeto da FIMAC, FEIRA DE MANUTENÇÃO, METAL MECÂNICA E EQUIPAMENTOS DE CARAJÁS. Chegamos a reunir e discutir com VALE em Carajás, na época foram colocados três engenheiros de CANAA para ajudar a estruturar o evento.

A viabilidade foi discutida com ACIP, então VALMIR DA INTEGRAL era o chefe local, depois fomos uma empresa de autopeças falar com o secretário da entidade, entregamos e protocolamos detalhes do evento em todos esses locais. Passei uma manhã inteira na Integral discutindo detalhes da feira com o então diretor da ACIP.

Agora somos surpreendidos com a “feira”, feita como algo inédito e nem créditos, como nunca houvera existido. Muitos viram o projeto e chegamos a discutir também. Aliás está publicado há anos, tanto aqui (http://www.bookess.com/read/22373-livro-dois-projetos-sociais-a-dinamica-da-matematica-/) e (http://anortista.blogspot.com.br/search/label/FIMAC)

Portanto não é nada novo. Mais uma vez a EXCLUSIVA CONSULTORIA é usada e não tem os créditos. E olhem, a participação da nossa empresa nos destinos de Parauapebas é consistente e tem forte presença. Aliás, entendo como e porque fazem tanta barbaridade com nossas ideias e produtos.  É uma decisão de não permitir que as ideias locais prevaleçam. Como fossemos uma sociedade de idiotas em que o produto de fora será sempre melhor. Não podemos mobilizar a sociedade de Parauapebas em torno de nada. O risco é a revolta contra a VALE. É, só pode ser isso. Temos expertise e capacidade de gerenciamento. Um evento desses se faz com apoio e determinação. Era OBRIGAÇÃO DA VALE e dos AGENTES PÚBLICOS fazer essa feira com recursos humanos, técnicos e financeiros locais.

A despeito da antiga FIMAC, resolveram fazer EMINA. O que tem a ver conosco um evento discutido e copiado em salas fechadas, em São Paulo se estamos perdendo mais uma vez a possibilidade das competências locais emergirem? Vimos recentemente a belíssima campanha de Marcelo Catalão. Toda feita com recursos locais. Um marco de quem tem discurso e quer fazer, arriscando seu próprio pelo.

Não concordamos e não queremos uma feira internacional aqui, levando os recurso pra lá. A VALE tem a obrigação de buscar nossa empresa e fazer reparações. A sociedade local precisa se mobilizar para apoiar os fracos e prejudicados que acreditam no imenso potencial das pessoas que vivem aqui e que estão desesperadas buscando uma saída para permanecerem aqui. Os grandes precisam ajudar. Precisam aprender a ganhar e a deixar um pouco mais aqui.

Por isso PROTESTAMOS: ABAIXO A INTERPRETAÇÃO PARTICULAR DE QUE SOMOS INCAPACITADOS! Com tantos recursos em mãos, a VALE pode fazer mais. Queremos diálogo, queremos reconhecimento. Queremos respeito.