quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

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domingo, 31 de dezembro de 2017

Tradição maravilhosa



Atletas amadores mais uma vez deram o tom descontraído à São Silvestre
  • 31/12/2017 12h41
  • São Paulo
Ludmilla Souza - Repórter da Agência Brasil
A região da Avenida Paulista foi tomada na manhã de hoje (31) pelos milhares de atletas e amantes da corrida de rua mais tradicional do país. Em sua 93ª edição, a Corrida Internacional de São Silvestre reuniu mais de 30 mil corredores inscritos, segundo os organizadores.

Corredores anônimos mais uma vez se destacam não pela performance esportiva, mas pela determinação em completar a prova de 15 quilômetros e pela alegria e descontração com que participaram da corrida, muitos fantasiadosRovena Rosa/Agência Brasil

Além dos atletas de elite, a competição atraiu, principalmente, corredores anônimos que mais uma vez se destacam não pela performance esportiva, mas pela determinação em completar a prova de 15 quilômetros e pela alegria e descontração com que participaram da corrida, muitos fantasiados.

O motorista aposentado Ubiratan José de Oliveira, de 61 anos. Ele corre na São Silvestre há 23 anos e diz que sempre conseguiu completar a provaLudmilla Yara/Agência Brasil

Um deles é o motorista aposentado Ubiratan José de Oliveira, de 61 anos. Ele corre na São Silvestre há 23 anos e diz que sempre conseguiu completar a prova. “Eu corro pela saúde, e a corrida é um esporte muito bom para fazer, pratico pelo menos quatro vezes por semana”.

São Paulo - 93ª Corrida Internacional de São Silvestre, na Avenida Paulista, região centralRovena Rosa/Agência Brasil

A aposentada Eni Griss, de 66 anos, participa da corrida há quatro anos e esta é a sua terceira vez na São Silvestre, mas compete em todas as corridas que pode. “Hoje eu venho buscar a minha medalha número 177”. Ela disse que, com a aposentadoria, começou a correr e não parou mais.

“Eu me aposentei, estava em casa, os filhos casaram, comecei a correr e viciei”, Ela trouxe a amiga Carmelita Piccoli, de 54 anos, para correr pela primeira vez. “Corro há oito anos, mas, na São Silvestre, sou iniciante e minha expectativa é a melhor possível, vim correr por ela [a amiga Eni], diz a cabeleireira. “Estou com um problema sério de saúde e vim buscar minha cura aqui”, diz Eni.

A corrida também é famosa por atrair corredores de todo o país. A aposentada Carmem Lúcia Severino Lopes, de 58 anos, veio de Feira Nova, Pernambuco, para participar da sua 12ª São Silvestre. “A gente corre o ano inteiro e no final do ano temos que fechar com chave de ouro, e a São Silvestre é isso, diversão, alegria.

A gente encontra pessoas de quase todos os países, de todos os estados, é uma verdadeira festa”. Carmem estava caracterizada de dançarina de frevo. A amiga, Maria Aparecida de Souza, correu vestida como Maria Bonita, companheira de Lampião. Profissional de educação física, Maria Aparecida participou pela primeira vez Da São Silvestre. “Como trabalho em grupos de corrida me incentivaram, e vim para ter essa experiência”.

 As amigas Carmem Lúcia Severino Lopes e Maria Aparecida de Souza Ludmilla Yara/Agência Brasil

Trajeto
O percurso deste ano sofreu ajustes para aumentar a área de dispersão. A primeira mudança foi na largada da prova, que este ano foi próxima à Rua Frei Caneca, mais a frente do local do ano passado. A outra foi no centro, na região do Largo o Arouche. Saíram do percurso as ruas Sete de Abril e Dr. Bráulio Gomes. A dispersão foi a partir da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Alameda Casa Branca. Todas as áreas foram restritas a corredores oficialmente inscritos e usuários locais.
Edição: Aécio Amado

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Instituições que não funcionam, infelizmente



DESDE OS TEMPOS DOS PARDAIS






As fotos a seguir contam uma história não muito honrosa para todos os políticos que passaram pela prefeitura de Parauapebas. Não é um problema do atual prefeito. 






É um problema da instituição prefeitura municipal de Parauapebas, o quanto perdemos conquanto cidadãos por não termos nenhum controle sobre nada neste pais e nessa cidade ou estado. Somos uns bestalhões ou espertalhões, relevando problemas e votando nos mesmos brancos e distantes mandatários.


Lamentamos profundamente o desinteresse de uma população que não se interesse por feitos, ações e foca exclusivamente em promessas de Oportunidade, de solução de problemas de umbigo, pessoais ou de grupos localizados de poder.

A destruição que Valmir da Integral e seu grupo impôs a essa instituição e mesmo o retorno do atual prefeito demonstram o quanto vale. Os desmandos e a falta de seriedade dos últimos quatro anos sinalizam para o que se tornou essas imagens, que refletem o fim dos recursos da saúde, a falta de merenda e uniforme escolar atual, e toda a falta de esperança que os próximos três anos nos proporcionará.

Vejam e aposto que daqui quatro anos, estará assim, essas mesmas fotos. Somos nós, esse imenso aglomerado de abestados que NÃO merecemos fotos melhores.